Passe uma esponja por uma peneira; ela se reconstrói
Em 1907, um biólogo forçou uma esponja viva através de um tecido fino, desfazendo-a numa sopa turva de células separadas. As células não morreram. Ao longo de horas e dias, elas rastejaram pelo prato, encontraram umas às outras, se aglomeraram e, aos poucos, se reconstruíram em pequenas esponjas funcionais. Nenhum outro animal pode ser desmontado até as células individuais e depois se remontar assim. O resultado mostrou que as células da esponja carregam as instruções para reconhecer as de seu tipo e reconstruir o corpo inteiro do zero.