Oito coisas que os animais fazem e que você não imagina

DC·03 Deep Cuts
Corvos lembram por anos do rosto de quem os prejudicou

Corvos lembram por anos do rosto de quem os prejudicou

Pesquisadores que capturaram corvos usando uma máscara foram repreendidos por esses mesmos corvos anos depois — e até por corvos que nunca presenciaram nada. Eles reconhecem rostos individuais, guardam rancor e ensinam isso ao bando e aos filhotes.
Pombos distinguem um Monet de um Picasso

Pombos distinguem um Monet de um Picasso

Pombos treinados separaram quadros de Monet dos de Picasso com mais de 90% de acerto — e depois classificaram corretamente artistas que nunca tinham visto, generalizando Monet para outros impressionistas e Picasso para outros cubistas.
Um polvo tem três corações e sangue azul

Um polvo tem três corações e sangue azul

Dois corações bombeiam sangue pelas brânquias e um para o corpo. O sangue é azul porque carrega oxigênio no cobre, e não no ferro — e o coração principal para quando o polvo nada, o que ajuda a explicar por que ele prefere rastejar.
As borboletas sentem o gosto com os pés

As borboletas sentem o gosto com os pés

Os sensores de gosto ficam nos pés, então a borboleta 'prova' uma folha só de pousar nela — é assim que a fêmea confere se achou a planta certa para botar os ovos.
Os gatos não sentem o sabor doce

Os gatos não sentem o sabor doce

Tanto os gatos domésticos quanto os grandes felinos não têm uma cópia funcional do gene do receptor do doce. Como carnívoros estritos, nunca precisaram dele — o seu gato é genuinamente indiferente ao açúcar.
As abelhas conseguem reconhecer rostos humanos

As abelhas conseguem reconhecer rostos humanos

Com cerca de um milhão de neurônios, as abelhas aprenderam a identificar rostos humanos específicos usando o mesmo processamento 'configural' que nós — encaixando olhos, nariz e boca em um todo — e ainda os lembravam dias depois.
As vacas têm melhores amigas

As vacas têm melhores amigas

Estudos mostram que o gado forma laços estreitos com companheiras específicas: a frequência cardíaca e os hormônios do estresse disparam quando são separadas de uma amiga preferida, e elas ficam visivelmente mais calmas no curral ao lado da parceira.
As lontras-marinhas dão as mãos para não se separarem à deriva

As lontras-marinhas dão as mãos para não se separarem à deriva

Dormindo de barriga para cima, as lontras seguram as patas umas das outras — e se enrolam em algas — para que a correnteza não as leve para longe do grupo. Mães e filhotes também ficam agarrados um ao outro.
toque →deslize ↑ para maisdeslize ↓ para sair