Espie um neurônio — e ele acende para uma dúzia de coisas sem relação.
Você esperaria que um neurônio significasse uma coisa só. Em vez disso, um mesmo dispara para o DNA, para o francês, para um lance livre perfeito. Por que a mistura? Porque o modelo guarda mais ideias do que tem neurônios — então faz com que elas compartilhem. Leia um neurônio e você lê um borrão. A verdadeira unidade de significado se esconde em outro lugar.