Sozinho, só escreve a próxima palavra. Em um laço, ele age.
Um modelo de linguagem não pode fazer nada. Não pode consultar um preço, fazer uma soma ou abrir um arquivo — só prevê a próxima palavra e para. Como uma luva sobre a mesa: inerte por si só. Mas coloque-o em um laço — deixe-o agir, ver o que aconteceu e agir de novo — e o preditor vira alguém que faz. Esse laço é toda a ideia por trás de um agente.