Abre a água, e a tela de sombra se fecha
A estufa de Mara devia ser um paraíso, mas seus controles estão amaldiçoados. Ela abre um pouco a válvula da água para reverdecer uma samambaia murcha — e lá em cima a tela de sombra tomba, mergulhando as rosas no escuro. Ela ajeita a sombra; agora o ar fica seco. Cada conserto quebra outra coisa. Como ela vai alcançar o clima que quer?