O casaco perfeito perde para o desleixado
No provador, o casaco do alfaiate assenta no cliente como uma segunda pele — nem uma ruga, nem um repuxo. Do outro lado da rua, um rival corta casacos mais folgados com metade do esmero. E ainda assim, mês após mês, são os clientes do rival que voltam sorrindo. O caimento mais fino da cidade perde para um mais solto. Como mais perfeito pode ser pior?